Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas

Ousadia de sonhar, capacidade de concretização de seus objetivos, ânsia em fazer o bem e amor incondicional ao próximo. Essas são algumas das características, que certamente encontraremos nosso ponto de Equilibrio.

A Simplicidade é o mais auto grau da sofisticação

Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.

O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas sempre pensa tudo o que diz

Se quiser ser uma pessoa inteligente, terá que aprender a fazer perguntas inteligentes a ouvir atentamente, a responder de forma tranquila, e a para de falar quando não houver mais nada a dizer.

Se quiser que os seus sonhos tornem-se realidade, acorde!

À medida que sua fé se fortalece, você descobre que não é mais necessário ter uma noção de controle; que as coisas vão fluir como deve ser e que você vai fluir junto com elas para seu maior prazer e maior bem.

A vida é como um espelho, quando sorrimos para ela, ela sorri para nós

A felicidade interior é concretamente o combustível do sucesso.

Quando o futuro vira passado, é fácil ver o que tinha que ser feito

Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Características do empreendedor



Fonte: Sebrae Nacional
Ter um espírito criativo e pesquisador é uma das qualidades fundamentais a um empreendedor

O empreendedor tem como característica básica o espírito criativo e pesquisador. Ele está constantemente buscando novos caminhos e novas soluções, sempre tendo em vista as necessidades das pessoas. A essência do empresário de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com a melhoria do produto.



Características do empreendedor

Relativas à realização:

Busca oportunidades e toma a iniciativa- O empreendedor faz o que deve ser feito antes de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias.
- Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços.
- Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.

Corre riscos calculados
- O empreendedor avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente.
- Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados.
- Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.

Exige qualidade e eficiência
- O empreendedor encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido, ou mais barato.
- Age de maneira a realizar ações, serviços e produtos que satisfaçam ou excedam padrões de excelência.
- Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo e que atenda a padrões de qualidade previamente combinados.

É persistente
- O empreendedor age diante de um obstáculo significativo.
- Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo.
- Assume responsabilidade pessoal pelo desempenho necessário para atingir metas e objetivos.

É comprometido
- O empreendedor faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa.
- Colabora com os empregados ou se coloca no lugar deles, se necessário, para terminar um trabalho.
- Se esmera em manter os clientes satisfeitos e coloca em primeiro lugar a boa vontade a longo prazo, acima do lucro a curto prazo.

Características relativas ao planejamento:

Busca de informações

- O empreendedor dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concorrentes.
- Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço.
- Consulta especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.

Estabelecimento de metas
- O empreendedor estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal.
- Define metas de longo prazo, claras e específicas.
- Estabelece objetivos de curto prazo, mensuráveis.

Planejamento e monitoramento sistemático
- O empreendedor planeja dividindo tarefas de grande porte em sub-tarefas com prazos definidos.
- Constantemente revisa seus planos levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais.
- Mantém registros financeiros e os utiliza para tomar decisões.


Características relativas ao poder:


Persuasão e rede de contatos
- O empreendedor utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir pessoas.
- Trabalha com pessoas-chave na posição de agentes para atingir seus objetivos.
- Age para desenvolver e manter relações comerciais.

Independência e autoconfiança
- O empreendedor busca autonomia em relação a normas e controles de terceiros.
- Mantém seu ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores.
- Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.

Empreender faz parte da condição humana

Os empreendedores são visionários, dotados de ideias realistas e inovadoras. Além disso, desenvolvem um papel otimista dentro da organização, capaz de enfrentar obstáculos internos e externos.

O conceito de empreendedorismo vem sofrendo constantes inovações. Ainda relacionado a práticas pró-ativas e inovadoras, gradativamente se abandona uma visão reducionista do empreendedorismo associado exclusivamente ao exercício de uma atividade econômica e se passa a lhe associar a qualquer atividade humana; como, aliás, pode-se observar em todas as áreas do saber, que paulatinamente fazem do ser humano sua razão e seu fim. Os empreendedores são encontrados, agora, em casa, na comunidade, dentro de uma organização ou no meio de uma assembléia sindical, ou seja, em qualquer lugar onde existam pessoas. 

Em situações de crise, a presença do empreendedorismo ganha contornos ainda mais fortes, já que a adversidade lhe é um ambiente ainda mais propício de aparição. O cenário global atual aponta, portanto, não só para alternativas econômicas inovadoras, mas, principalmente, para estratégias de promoção do desenvolvimento que estimulem e, de certa forma, dependam do empreendedorismo. Assim o é o desenvolvimento territorial, que, ademais, realiza uma abordagem que parte do local para o global e reforça o planejamento produtivo pela própria comunidade, com aproveitamento das vocações e potenciais locais.

Plano de Desenvolvimento Local orienta execução dos projetos

Plano de Desenvolvimento Local orienta execução dos projetos
A comunidade deve selecionar as ações prioritárias que irão direcionar a estratégia de desenvolvimento do território.
O Plano de Desenvolvimento Local nada mais é do que a escolha de duas ou três vocações, seguidas pela indicação de todas as ações necessárias para o desenvolvimento de cada uma delas.

O Plano de Desenvolvimento Local define o caminho estratégico para o desenvolvimento, indicando as atividades que podem servir como eixos estruturantes e as ações necessárias para sua efetiva concretização. Esse Plano ainda é uma carta de intenções. Na verdade, ele é um conjunto de diretrizes estratégicas.

Ainda não tem um caráter executivo, operacional. As etapas subsequentes devem avançar nessa direção. Todavia, ele tem grande importância, pois estabelece um rumo, uma direção, que ajudará na integração dos investimentos, públicos e privados, para o desenvolvimento territorial.

O Plano de Desenvolvimento Local reúne um número bastante considerável de ações. Nenhuma localidade dispõe de recursos suficientes para realizar todas as ações necessárias simultaneamente. Assim, coloca-se a necessidade de estabelecer prioridades.

Concluído o Plano, é recomendável sua apresentação e discussão com a comunidade local.

Como fazer

A comunidade, por meio de um fórum, deve escolher entre duas a três atividades como vocação ou eixo estruturante do desenvolvimento territorial, sempre considerando a capacidade dessas atividades de atender os mais amplos interesses num determinado território.

Para cada vocação ou eixo escolhido, o grupo deve elencar todas as ações necessárias para que essa vocação se desenvolva. Nesse primeiro momento se misturam:
  • ações de curto, médio e longo prazo;
  • ações de competência do poder público e ações de competência da iniciativa privada;
  • ações que exigem obras de infra-estrutura,
  • ações de caráter educativo,
  • ações de assistência social etc.
Não importa a aparente confusão. O que importa, nesse momento, é identificar tudo o que é necessário. Depois de esgotada a lista, é o momento de tentar organizá-la.

Organização das ideias 

Existem muitas formas possíveis de organização, dependendo dos critérios a serem adotados. Um bom critério é partir das ações estruturantes, ou seja, aquelas que condicionam a execução das demais.

A seleção das ações prioritárias que serão executadas dentro de um determinado prazo é conhecida como Agenda Local. Escolher prioridades é parte do aprendizado de um planejamento participativo. Quando os recursos são escassos, temos que fazer escolhas. Escolher é administrar perdas, ou seja, é decidir o que vai ficar para depois. Nunca é uma decisão fácil, pois contraria interesses e gera conflitos.

Plano de ação

As ações escolhidas como prioritárias devem ser descritas e quantificadas, quer dizer, é preciso explicitar qual o objetivo da ação e definir sua extensão, para se ter uma idéia mais exata do investimento.

Assim como no caso do Diagnóstico (Identificação das vocações e oportunidades locais) e do Plano, a Agenda Local deve ser apresentada, discutida e validada com a comunidade.

Existe a possibilidade de elaborar mais de uma Agenda Local. A experiência tem demonstrado que é positivo separar, em agendas distintas, as ações que podem ser implementadas pela própria comunidade daquelas que necessitam de apoios ou parcerias externas.

Muitas das ações que serão indicadas como prioritárias para o desenvolvimento territorial, certamente vão depender de investimentos externos, particularmente nos pequenos municípios, onde prevalece uma situação de carência de infra-estrutura, como estradas, energia, comunicações etc.

O Fórum vai precisar transformar cada proposta de ação num pequeno projeto, com uma descrição detalhada dos objetivos, uma justificativa, uma relação quantitativa das metas que se quer alcançar (metas físicas) e um orçamento.

Esses projetos são fundamentais para que se estabeleça um processo de negociação com agências de desenvolvimento, governamentais ou não-governamentais, que podem investir recursos no desenvolvimento territorial.

O Fórum vai precisar identificar onde estão as fontes de recursos possíveis em cada área de competência, ou seja, quem pode financiar o quê.

Nessa fase é muito importante uma estreita colaboração com o poder público local. No caso dos municípios, a prefeitura certamente tem muitos projetos encaminhados ou em fase de encaminhamento, dirigidos a ministérios, secretarias estaduais e outras agências governamentais ou a parlamentares, para inclusão no orçamento do governo estadual ou do governo federal. Os projetos do Fórum, em muitas ocasiões, passam a ser assumidos pela própria prefeitura, o que facilita o processo de negociação.

No caso de projetos não assumidos pela prefeitura, que encontrem um parceiro disposto a financiá-los, será necessário dispor de alguma instituição local em condições de assumir a responsabilidade técnica pelo projeto. Isso pode ser feito aproveitando instituições já existentes (associações, sindicatos, igrejas etc.). Todavia, outra opção a ser cogitada é a formalização de uma organização que funcione como um “braço legal” do Fórum.

Execução e gestão de projetos

Depois de identificar as vocações locais, mobilizar as lideranças para compor o fórum e elaborar o planejamento, é chegado o momento de executar o projeto. Porém, para garantir que tudo saia como planejado é preciso monitorar e avaliar os resultados das ações que forem sendo implementadas

Sucesso do projeto depende de monitoramento e avaliação
Monitorar e avaliar a execução do projeto é fundamental para saber se estamos no rumo certo.
Quando as ações finalmente começarem a ser executadas, o colegiado não pode dar por encerrada a sua tarefa. Precisa acompanhar a execução das obras e serviços, fiscalizando para que tudo seja executado conforme o contratado, zelando pela qualidade dos resultados. 

Os projetos negociados precisam ser acompanhados de perto. Entre um compromisso assinado e a execução da ação pactuada, muitos passos precisam ser dados. 

É preciso manter contatos periódicos com as instituições financiadoras, checar a tramitação, responder diligências, enviar informações e documentos complementares, enfim, agir como o principal interessado para que o projeto siga em frente. 

Para isso, o colegiado precisa dispor de instrumentos de monitoramento, ou seja, metodologias de controle que ajudem os membros do colegiado a se tornarem bons administradores ou gestores de projetos. 

O colegiado deve buscar consultoria especializada em monitoramento e avaliação de projetos, para ser capaz de avaliar tanto o desempenho operacional das ações realizadas (cumprimento de etapas, cumprimento dos prazos, alcance das metas) como também seus impactos (resultados quantitativos e qualitativos), ou seja, as mudanças proporcionadas na qualidade de vida da população.

Viabilizando idéias através do planejamento

Viabilizando idéias através do planejamento

Para que o negócio seja bem sucedido, é preciso deixar a emoção de lado e investir em um processo realista e na busca de informações

Após a definição do ramo de atividade, coloca-se a idéia no papel para avaliar se o negócio escolhido é rentável ou se dará prejuízo. Para isso, pode ser utilizado um instrumento de avaliação chamado Plano de Negócios, que nada mais é do que um planejamento detalhado dos principais aspectos de uma empresa. Nele são analisados:


- os aspectos técnicos do empreendimento - por exemplo, a escolha das máquinas e dos equipamentos a serem utilizados;

- os aspectos econômicos - a localização da empresa, do mercado e dos competidores, os produtos a serem comercializados, a logística de transporte;

os aspectos financeiros - a previsão de faturamento (receita), o cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros ou prejuízos).     

O Plano de Negócios auxilia na tomada de decisões importantes, que mostrarão se o projeto deve ou não ser levado adiante. A razão é que, com planejamento, as chances de sucesso de um negócio aumentam substancialmente. 

Atualmente, o índice de mortalidade das micro e pequenas empresas brasileiras nos primeiros cinco anos de existência supera os 70%. E os altos índices de insucesso, cujas causas são conhecidas, não acontecem apenas no Brasil. Em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, esse fenômeno também ocorre. Em alguns setores, metade das empresas fecha as portas nos primeiros anos de existência.  

Diversas instituições brasileiras, como as federações e associações empresariais, as universidades e o Sebrae, entre outras, têm se empenhado para promover o desenvolvimento empresarial no país. De acordo com a pesquisa "Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas", realizada pelo Sebrae em todos os estados brasileiros entre agosto de 1998 e junho de 1999, foram identificadas três causas decisivas para o fechamento precoce das micro e pequenas empresas: 

O porte do empreendimento - No universo de micro e pequenas empresas, o porte determina as chances de sucesso do negócio. De acordo com a pesquisa, o percentual de pequenas empresas em atividade era superior ao das extintas. No caso das microempresas, ocorreu exatamente o contrário: o percentual de empresas extintas superou o de empresas em atividade, sobretudo nos três primeiros anos de atividade. 

- Experiência do empreendedor – Dados obtidos em 11 estados demonstraram que, quanto maior o conhecimento do empreendedor e as experiências por ele vividas na área em que pretende atuar, maiores as chances de sucesso. 

- Dedicação exclusiva ao negócio - A pesquisa mostrou ainda que o empresário que se dedica exclusivamente ao negócio, principalmente no primeiro ano de atividade, tem maiores chances de sucesso do que aquele que possui outra ocupação. Conciliar emprego com uma atividade empresarial não é uma tarefa simples e aumenta a probabilidade de insucessos. 

A pesquisa também evidenciou outras dificuldades enfrentadas na gestão de micro e pequenas empresas, já conhecidas pelo Sebrae e pela maioria dos empreendedores, tais como: 

- Falta de capital de giro;

- Carga tributária elevada;

- Crise econômica e aspectos conjunturais.  

Outros dados obtidos pelo Sebrae demonstram que muitos empresários desprezam lições simples, como, por exemplo, buscar informações sobre o seu mercado potencial, sobre a atuação da concorrência e sobre seus fornecedores.  

Na hora de montar um negócio, é preciso deixar a emoção de lado e analisar racionalmente todos os prós e os contras. Uma pesquisa realizada pelo BNDES em dezembro de 2001 revelou que em muitas empresas que estavam no mercado há mais de cinco anos, os empresários passaram cerca de nove meses buscando informações sobre o futuro negócio. O resultado demonstra como a precipitação pode ser prejudicial na implantação de um empreendimento.  

Para evitar os erros fatais dos iniciantes, é bom tomar as seguintes providências:  
- Planejar antes de montar a empresa. Analisar os clientes potenciais, os fornecedores e os concorrentes. Com isso, surpresas desagradáveis são evitadas. 
- Procurar um diferencial. Comparar o produto ou serviço com o dos concorrentes. Sem uma vantagem competitiva, as chances diminuem. 
- Estudar a legislação do segmento. Conhecer bem as normas de segurança, sanitárias e tributárias que devem ser respeitadas. Muitas empresas fecham por falta de atenção a esse aspecto. 
- Cuidar das finanças. O equilíbrio entre receita e despesa deve ser constante. Sempre que possível, é bom comprar a prazo e vender à vista. Na ânsia de ganhar clientes, muitos fazem exatamente o contrário. 
- Garantir reservas financeiras para os primeiros anos e evitar as dívidas. O BNDES diz que o terceiro ano é um dos mais difíceis, pois o empresário já esgotou todas as reservas de que dispunha. 
- Separar a empresa do empresário. A confusão é comum nas pequenas empresas. Caso seja necessária uma retirada desde o início, deve ser estabelecido um percentual fixo sobre o faturamento. Se possível, deve ser aberta uma conta corrente exclusivamente para a empresa. 

Simulador de Plano de Negócio
 
Quem pretende montar um negócio, mas não sabe qual caminho seguir, pode entrar no simulador e ver como planejar o empreendimento.

terça-feira, 11 de junho de 2013

13 Passos para Seu Planejamento Pessoal e Profissiona

Postado em 26 de Janeiro de 2013 às 15:01 na s categorias Executive Coaching, Leader Coaching, Personal & Professional Coaching, Etiqueta Corporativa, Lições de Liderança

Por Marco Meda
Pautada em avançadas metodologias de Coaching, de uma forma didática descrevi 13 passos para você alcançar o sucesso pessoal e profissional.
As dicas são extremamente simples, mas não encare o SUCESSO como sendo algo simplista demais, pois, obviamente não é! Uma coisa eu garanto: sem planejamento, foco e ação - sentado na zona de conforto -nada acontece?!
Ou você confia na sorte, torce e espera as "coisas" acontecerem para você ou começa trabalhar já nos 13 passos abaixo:
Passo 01 - Defina claramente o seu foco!O primeiro passo é saber claramente o que você deseja. Se tentar fazer tudo ao mesmo tempo a chance de sucesso é pequena. Portanto, comece o seu planejamento sabendo exatamente o que quer. Tenha foco. Crie um "funil" e deixe passar somente o que você definiu como foco.
Passo 02 - Qual o seu nível de satisfação atual?Em seguida você iniciará o seu planejamento com foco no futuro. Você está no ponto A, e deseja chegar ao ponto B. Antes de detalhar o seu ponto B, tenha claramente definido o seu ponto A. Onde você está? O que é hoje? O que faz hoje? O que você tem hoje? Quem é você? Faça uma análise do seu nível de satisfação atual da sua vida pessoal e profissional...
Passo 03 - Que resultados você deseja?Uma vez definido o foco, e o seu nível de satisfação atual, você deve descrever que resultados você deseja na sua vida pessoal e profissional? O que você quer ser? Onde quer estar? O que você quer ter? Defina os resultados do seu ponto B.
Passo 04 - Tenha Objetivos claros e bem definidos!Pautado nos resultados que deseja, descreva seus objetivos. Escreva objetivos positivos, específicos, mensuráveis e alcançáveis. Defina prazos. Um objetivo bem definido precisa de um prazo!
Passo 05 - Faça uma mensuração de Ganhos e Perdas!Na sequência, promova uma análise. O que você ganha e o que você perde? O que efetivamente você ganha se atingir seus objetivos? O que você perde se não atingir seus objetivos? E mais... o que você ganha se não atingir seus objetivos? E por fim... o que você perde se atingir seus objetivos? Este passo é um dos mais importantes... avalie com cuidado.
Passo 06 - Qual é sua Missão? Qual o seu Propósito?Uma vez que seus objetivos passaram pelo crivo de ganhos e perdas, verifique se os mesmos possuem relação direta com o que deseja de maneira mais profunda. Ou seja, qual é a sua missão de vida? Qual o seu grande propósito como pessoa e como profissional? Faça um alinhamento pessoal profundo...
Passo 07 - Qual a sua Rota?Agora trace um caminho. O sucesso não está pautado apenas no resultado que você deseja, mas como você o obtém. Qual o melhor caminho? Qual o caminho mais curto? Qual o passo a passo? Crie uma rota de ação...
Passo 08 - Parta para Ação!Vamos agir? Já! Efetivamente o que você vai fazer? Como vai fazer? O seu planejamento está pautado agora em COMO você vai colocar seus objetivos em prática. Defina tarefas, defina uma agenda de trabalho. Organize-se e parta para ação imediatamente.
Passo 09 - O que é importante para você?Talvez você foi bem até aqui. Mas quando tentou partir para ação, caiu na tentação de voltar para a Zona de Conforto. Saia daí imediatamente. Realinhe o leme do barco. Reflita: porque estes objetivos são importantes? Qual o valor de cada objetivo para minha vida pessoal e profissional? O que eu valorizo? Alinhe sua noção de valor e motivação e volte já para ação...
Passo 10 - Quais são seus Sonhos?Tenha em mente que um objetivo deve atender algo maior, mais forte, talvez mais longe: um sonho! Quais são seus sonhos mais profundos? Quais são seus sonhos mais audaciosos? Seus sonhos são alcançáveis? O que você fará para torná-los algo possível de conquista? Coloque seus sonhos no seu planejamento...
Passo 11 - No que você acredita?Faça um alinhamento sobre suas crenças. No que você acredita verdadeiramente? O que você acredita sobre a vida? E sobre você? Você acredita que "coisas" o limitam? Você acredita que "coisas" o possibilita? O que são estas "coisas"? Descubra o que prende você, e descubra o que efetivamente move você rumo aos seus sonhos e objetivos.
Passo 12 - Faça uma análise SWOT!Seu planejamento está quase no fim, e você percebe que ainda faltam para você alguns recursos pessoais, algumas ferramentas ou ainda algumas competências específicas para manter a sua rota em curso. Faça uma análise SWOT. Emprestada da área de Planejamento Estratégico Corporativo, a análise SWOT - neste contexto - tem como objetivo levantar: 1) Suas Forças Internas (S de Strengths), 2) Suas Fraquezas Internas (W deWeakness), 3) Suas Oportunidades Externas (O de Opportunities) e 4) Suas Ameaças Externas (T de Threats).
Passo 13 - Busque a Melhoria Contínua...Depois de todos os passos anteriores, você deverá medir seus resultados. São os resultados que deseja? Se não são, ajuste tudo! Se são, como pode melhorá-los?
Prepare o seu planejamento pessoal e profissional. Tenha tudo escrito e planejado! Coloque em ação e me conte os resultados. 
Marco Meda - Artigo embasado na metodologia PPC® (Personal & Professional Coaching) da Sociedade Brasileira de Coaching - SBCoaching®. Meda é Coach e membro habilitado da SBCoaching®.

Planejamento pessoal de metas e objetivos a curto prazo

Saber aonde quer chegar e planejar-se para tal é essencial para o sucesso. Esta dica todos os gurus e palestrantes falam, até mesmo porque é uma verdade.
Em geral a imagem que temos de planejamento e até mesmo do autoconhecimento, é de que são coisas muito complicadas, chatas, trabalhosas, e nos sentimos perdidos ou com preguiça de fazer algo neste sentido.
Planejamento é algo muito comum nas empresas (ou deveria ser), porque deveríamos então usá-lo na nossa vida pessoal?
Por que é um modo simples que poderá melhorar muito nossas vidas. Melhorar, pois irá organizar os pensamentos e de certa forma guiar as ações para alcançar o sucesso almejado.
Uma vida é cheia de sucessos almejados, de curto e de longo prazo. Você pode querer sucesso financeiro, na carreira, na vida social, espiritual, na saúde, para agora, amanhã e até o fim da sua vida.
Tudo isto varia de pessoa a pessoa, por isto é muito importante também gastar um tempo para pensar: O que quero, o que preciso e aonde quero chegar?
Uma dica para começar a fazer um planejamento pessoal de metas e objetivos é focar em metas de curto prazo, de 1 ano.
Em uma simples folha escreva em lista as suas metas até o final do ano!
Comece a fazer isto independente de qual época do ano for, o importante é começar. Use a virada do ano como pretexto para refazer esta lista, acrescentando, mantendo ou retirando metas, de modo que faça sentido para você o que é dito e que possa te lembrar sobre qual é seu objetivo, quais são suas metas.
Por fim mantenha sempre por perto esta folha, para de tempos em tempos poder olhá-la e verificar quais pontos você está se desenvolvendo bem e quais pontos você pode melhorar, revise sempre que achar preciso, retirando metas ou inserindo metas. No meu caso a folha esta colada na parede do quarto, uma vez por mês olho para ela e avalio se estou indo de acordo com o que planejei e se preciso adicionar ou retirar algo (e isto não dura nem 5 minutos).
Acredite, o planejamento pessoal com uma simples lista de metas e objetivos pode organizar melhor sua vida, pode levar a sua almejada conquista de sucesso!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Planejar

Planejar é definir um caminho para alcançar uma meta O primeiro passo para iniciar um planejamento estratégico é construir uma visão de futuro. O primeiro passo para iniciar um planejamento estratégico é construir uma visão de futuro. Esse processo é um exercício de imaginação, de criatividade, de sonho mesmo. Assim como foi feito na etapa da identificação das vocações e oportunidades locais, quando analisou-se a situação de cada área (econômica, social, político-institucional, cultural, ambiental) para, ao final, considerar todo o conjunto, o mesmo pode ser feito na visão de futuro. Como estabelecer a visão de futuro? Podemos começar respondendo questões do tipo: “Como estará organizada nossa economia? Como serão as condições de educação, saúde, trabalho, moradia, transporte, saneamento e limpeza urbana? Como estará o nosso patrimônio cultural? Como estará o nosso meio ambiente? Como estará a consciência das pessoas, seu nível de organização e participação na vida social?” Nesse momento, não é preciso entrar em muitos detalhes. Ainda não é a hora de dizer “o que fazer” ou “como fazer”, mas simplesmente apontar para onde se quer chegar. Um bom exercício é pedir que todos os membros do Fórum descrevam sua visão de futuro. A partir do que for relatado, o grupo pode ir construindo um pequeno texto, de alguns poucos parágrafos, resumindo sua visão de futuro coletiva. É muito importante ter uma visão de futuro consensual e compartilhada, pois é ela que vai orientar o Fórum, a despeito das diferenças políticas, sociais, econômicas, religiosas ou de outra natureza, que jamais vão deixar de existir. Entretanto, acima dessas diferenças, existirá sempre um compromisso comum com o futuro da localidade. A visão de futuro, compartilhada pelo Fórum, é a base da convivência democrática entre as pessoas que o compõem. Não se trata de pretender eliminar as diferenças e conflitos. Isso não é possível nunca. A democracia não é a eliminação das diferenças e conflitos. A democracia é a descoberta de formas de convivência entre os diferentes. Democracia é negociação, acordo, pacto, tolerância, convívio, compartilhamento.